Boa noite a toda a gente.
A notícia que analisei para a unidade curricular Seminário I foi esta: https://www.publico.pt/2017/11/01/sociedade/noticia/professores-vao-fazer-greve-a-primeira-aula-do-dia-no-proximo-mes-1791010?page=/educacao&pos=1&b=list_section
A notícia que analisei para a unidade curricular Seminário I foi esta: https://www.publico.pt/2017/11/01/sociedade/noticia/professores-vao-fazer-greve-a-primeira-aula-do-dia-no-proximo-mes-1791010?page=/educacao&pos=1&b=list_section
A notícia de Educação que escolhi foi a de dia 1 de
novembro, às 8:02 da manhã, de título “FNE
e Fenprof juntas em protesto pela primeira vez nesta legislatura”, do
jornal Público. Esta notícia afirma,
no lead, que as “Federações sindicais promovem
primeira manifestação conjunta no dia 15; contra a não contabilização de tempo
de serviço das carreiras. A partir de segunda-feira haverá perturbação nas
escolas. Fenprof apelas aos docentes que façam greve a atividades com alunos
fora da componente letiva.”
Penso que o público-alvo
desta mesma notícia sejam os pais, os encarregados de educação dos alunos,
desde os do 1º ano até aos do 12º ano, excluindo os pais dos alunos do Ensino
Superior, pois esse mesmo setor não será, muito provavelmente, afetado. O objetivo desta notícia é dar
conta aos pais, ou encarregados de educação, sobre esta mesma greve que decorrerá
no dia 15 de novembro (“Os docentes vão faltar, em protesto, à
primeira aula do dia — no caso do 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário — ou à
primeira hora de trabalho, para o caso de educadores e professores do 1.º
ciclo.”).
Os temas aqui envolvidos nesta notícia são o Orçamento de
Estado (“Uma norma do Orçamento do Estado (OE) que estabelece que o tempo de
serviço dos últimos sete anos não será contabilizado para os docentes quando as
carreiras forem descongeladas é o motivo da convergência entre a Federação
Nacional da Educação (FNE), afecta à UGT, e a Federação Nacional dos
Professores (Fenprof), filiada na CGTP.”) e uma outra greve (“A FNE
anunciou também nesta terça-feira uma greve parcial de professores, entre 13 e
27 de Novembro.”), sendo logo de seguida referido o modo de como
decorrerá essa mesma greve (“Os docentes vão faltar, em protesto, à
primeira aula do dia — no caso do 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário — ou à
primeira hora de trabalho, para o caso de educadores e professores do 1.º
ciclo.”).
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