Olá pessoal, hoje trago-vos a análise (que fiz para a unidade curricular Seminário ontem) da notícia de dia 17 de outubro: Lisboa e Algarve destacam-se, para o bem e para o mal, nos indicadores de educação:
A notícia
de Educação que escolhi desta semana foi a do dia 17 de outubro, às 7:30, de
título “Lisboa e Algarve destacam-se,
para o bem e para o mal, nos indicadores de educação”, do jornal Público.
Esta notícia começa por afirmar, no lead,
que “A nível nacional, entre os anos
lectivos de 2006/2007 e 2015/2016, houve uma redução de quase 100 mil alunos”.
Considero
que o público-alvo desta notícia, ou seja, para quem ela foi escrita, é o atual
Ministério da Educação, e tem como objetivo dar conta a esta mesma instituição
de como estão as estatísticas, os dados, a nível escolar e educacional em todo
o país (“A Área Metropolitana de Lisboa
(AML) e o Algarve foram as únicas regiões do país em que o número de alunos do
ensino básico e secundário aumentou em 2015/2016”). Refere-se igualmente
que estas mesmas duas regiões se destacarm “por
terem as maiores taxas de retenção, segundo informação divulgada nesta
sexta-feira pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC)”.
Quanto
aos temas que estão envolvidos nesta notícia, penso que sejam a diminuição de
população e a redução do número de profissionais em formação devido ao fim de
um programa que, consequentemente, levou à perda de milhares de alunos (“Devido sobretudo à queda demográfica, mas
também à redução do número de adultos em formação ocorrida com o fim do
programa Novas Oportunidades, a nível nacional houve uma redução de quase 100
mil alunos naquele mesmo período.”), o aumento de alunos na Área
Metropolitana de Lisboa e no Algarve, sendo estas duas regiões do país a
registarem um aumento da população (“Mas
na AML registou-se um acréscimo de 24.183 estudantes, enquanto no Algarve o
aumento foi de 1308. Estas duas regiões são também das poucas no país em que se
tem registado um aumento populacional”), a diminuição de estudantes na
região Norte (“Pelo contrário, no Norte,
que continua a ser a região com mais alunos inscritos, verificou-se um
decréscimo de cerca de 72 mil alunos”), a redução de profissionais na
região Norte, seguindo-se logo de seguida a região Centro (“por comparação ao ano lectivo 2006/2007, se
registou em todas um decréscimo de professores, outra vez com o Norte a atingir
o valor mais elevado, com menos 8739 docentes, logo seguido pelo Centro com uma
redução de 8265”) e ao aumento do número de reformas, nomeadamente das
antecipadas, ocorridas no período de funções da Ministra da Educação (“Esta quebra deve-se em grande parte à vaga
de aposentações, muitas delas antecipadas, que ocorreu durante o mandato da
ministra socialista da Educação Maria de Lurdes Rodrigues […], com mais de 15
mil professores a saírem para a reforma”).
Em
suma, nesta notícia aborda, essencialmente, as taxas de sucesso e insucesso dos
alunos em todo o país (“A nível nacional,
a percentagem de chumbos no básico e secundário foi nesse ano de 6,4% e
15,5%”).
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