Hoje trago-vos aqui a análise da notícia de 4-5 de outubro, cujo título era Professores poderão avançar para a greve em Novembro.
Análise da notícia:
A notícia de Educação que escolhi foi
desta semana, da passada noite de 4 de outubro, às 21:47, de título “Professores poderão avançar para a greve em
Novembro”, do jornal Público.
Esta notícia começa por afirmar que a “Fenprof
convoca paralisação parcial, a partir de 02 de Novembro, se não obtiver
respostas da tutela às suas exigências”.
Esta notícia foi lançada pela Fenprof
e, na minha opinião, escrita para dar a conhecer a todos os portugueses e
portuguesas de que decorrerá uma greve parcial no dia 2 novembro, mas sobretudo
ao Ministério da Educação, no caso de não obter nenhuma resposta da parte deste
(“A Federação Nacional dos Professores
(Fenprof) vai convocar uma greve parcial de professores a partir de 02 de Novembro,
se até 20 de Outubro não obtiver resposta da tutela às reivindicações
entregues, esta quarta-feira, no Ministério da Educação numa resolução aprovada
em plenário.”).
Penso que o objetivo desta notícia é
dar a conhecer as exigências dos sindicatos, nomeadamente dos professores do
ensino básico e secundário, dentro dos quais “o descongelamento das carreiras a partir de 01 de Janeiro de 2018 e
negociações para reposição do tempo de congelamento, negociar um regime
específico de aposentação para os professores, a reorganização do horário de
trabalho, incluindo todo o trabalho com alunos na componente lectiva, negociar
alterações ao regime de concursos de colocação de professores ou travar a
municipalização.”.
Os temas que estão exatamente
envolvidos nesta notícia são a criação de um novo horário de 35 horas semanais
(“a reorganização do horário de trabalho”),
o “descongelamento das carreiras a partir
de 01 de Janeiro de 2018 e negociações para reposição do tempo de congelamento”,
a negociação dos concursos de colocação dos professores (“negociar alterações ao regime de concursos de colocação de professores
ou travar a municipalização.”), a estipulação de um regime concreto para a
reforma dos professores (“negociar um
regime específico de aposentação para os professores”), entre outros.
Comentários
Enviar um comentário